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Artista-cientista, Fábio Fialho é pesquisador doutorando no Programa de Pós-graduação em Biologia de Fungos, Algas e Plantas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde atua em projetos de conservação e restauração de florestas marinhas. Sua prática artística emerge da pesquisa com jardins verticais (2010-2022), ponto de partida para a investigação e experimentação plástica com materiais biofílicos. Em 2016, dá início à construção das esculturas biofílicas, obras concebidas para servir de substrato para musgos, líquens, samambaias e diversas espécies epífitas. Em 2018, realiza sua primeira exposição individual “Forófitos”, no Espaço Glauco Olinger do Jardim Botânico de Florianópolis, com curadoria de Camila Fialho. Em 2022, expõe na III Bienal de Escultura Valldoreix dels Somnis, em Sant Cugat del Vallès, Espanha. Entre 2023 e 2025, participa de exposições coletivas da Associação Catarinense de Artistas Plásticos (ACAP) no Centro Integrado de Cultura (CIC) e na Fundação Cultural BADESC (Florianópolis), com curadorias de Anna Moraes, Meg Roussenq e Rosângela Cherem, e da mostra da Oficina de Gravura do CIC, com curadoria de Bebeto Oliveira. Em 2026, realiza a exposição individual “coisa porosa e fluida” no Jardim Experimental da Sala Verde da UFSC, com curadoria de Gabriel Bicho. Em seu trabalho, busca estabelecer diálogos entre as artes visuais, a arquitetura e a biologia para compor obras biofílicas, biomorfas, biomiméticas que operam como interfaces porosas entre o construído e o selvagem, o urbano e o autóctone.

  • https://www.instagram.com/fabiofialho.info
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